Insuspeito

Ambiente e Urbanismo. E-mail: nunomarques2009@gmail.com. Também no FACEBOOK, em www.facebook.com\nunomarques2009.

29 abril 2008

Cantar e Dançar Abril - Uma homenagem a Zeca Afonso


A Academia de Música de Lagos honrou (e de que maneira!) a memória de Zeca Afonso, por ocasião das comemorações do Dia da Liberdade, com a interpretação de vários temas da sua obra pelo Ensemble SuestArte (voz, violino, guitarra clássica e acordeão) e coreografia e dança da Prof. Carla Lopes. Foi no Centro Cultural de Lagos, no Sábado passado e o espectáculo chamou-se 'Cantar e Dançar Abril - Uma homenagem a Zeca Afonso'.
Uma maravilha de músicas, canto e dança, com a "prata da casa" a provar, mais uma vez, que mais merece ser chamada de ouro.
Uma delícia.

Ambiente: PSD/Lagos quer melhorar sistema com recolha selectiva de resíduos ‘porta-a-porta’

Os sociais-democratas de Lagos pretendem melhorar o sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos (RSU) do concelho com a introdução da recolha selectiva ‘porta-a-porta’ em zonas de maior concentração habitacional e comercial e de elevado potencial de geração, consumo e deposição. Áreas da cidade como Santo Amaro, Chinicato ou Centro Histórico de Lagos podem vir a ser objecto deste serviço por parte da autarquia em caso de mudança autárquica em 2009.
Com esta opção, os sociais-democratas esperam colmatar deficiências comprovadas que advém da insuficiência de ecopontos em locais de maior densidade habitacional ou da sua fraca cobertura nalgumas zonas do concelho, por exemplo, da zona histórica e outras zonas consolidadas da cidade e povoações.
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28 abril 2008

Lagos - Comemorações do 34.º Aniversário do 25 de Abril

Para ver o vídeo do discurso de Nuno Marques, em representação do PSD/Lagos, disponível no 'YouTube', clique aqui:

Sessão Solene conjunta da Assembleia Municipal com a Câmara Municipal - Auditório do Centro Cultural de Lagos (aspecto da sala)

Almoço - Restaurante 'Adega da Marina' (aspecto da sala)

Discurso proferido por Nuno Marques em representação dos sociais-democratas de Lagos:

Introdução
Trinta e quatro anos depois do dia 25 de Abril de 1974, comemoramos o Dia da Liberdade num ambiente de dúvidas sobre a afirmação de alguns dos valores que motivaram a queda do regime totalitário e a instituição do Estado de Direito Democrático em Portugal.
A desconfiança dos cidadãos face ao Estado e ao sistema democrático, apesar de distante do ponto de não retorno, ganha forma no seio da sociedade portuguesa, facto que exige de todos os portugueses a reflexão e a acção necessárias com vista a corrigir trajectórias e a encontrar caminhos alternativos de aperfeiçoamento da Democracia e de mudança.
A Liberdade e a qualidade da Democracia portuguesa são questões centrais do presente e para o futuro de Portugal.

O paternalismo estatal
Os novos tempos pós-25 Abril pareciam oferecer-nos caminhos consistentes para a libertação de um Estado totalitarista e paternalista, que tudo comandava e de que tudo dependia.
Porém, após alguns anos em que tal parecia começar a vingar, os reveses e retrocessos a que temos assistido no campo específico da Liberdade e da qualidade da Democracia, têm tornado difícil uma libertação mais célere desse espartilho estatal. E se o fascismo, tarde mas a boas horas derrubado em 1974, está definitivamente deposto, o desprendimento da sociedade portuguesa do anacrónico ‘paternalismo estatal’ tarda em consumar-se, retardamento esse que nos está a roubar impulsos decisivos para acelerarmos a nossa convergência com a Europa do desenvolvimento e da vanguarda.
É importante mentalizar-nos para a necessidade de trabalharmos arduamente para encontrar o caminho que nos permita um virar de página e entrar definitivamente num ciclo de libertação e desenvolvimento que possibilite a afirmação plena das verdadeiras capacidades de todos a favor do país e de um Estado que acredite nos portugueses.

O ciclo em que nos encontramos
Encontramo-nos numa fase do desenvolvimento do País em que o Estado volta a demonstrar a tentação da omnipresença e a condicionar a vida dos cidadãos de forma desproporcional e, tantas vezes, desproporcionada.
Este é um ciclo em que o Estado exige quase tudo aos cidadãos mas, ao mesmo tempo, ainda muito pouco de si próprio e da qualidade dos serviços que lhe compete assegurar em áreas basilares como a Educação, a Saúde, a Segurança Social ou a Justiça.
Estamos num ciclo em que a igualdade de oportunidades está longe de ser um desígnio cumprido e em que a desigualdade do acesso à Justiça e a sua deficiente operacionalidade desmotiva os cidadãos de lutarem por direitos que a Constituição e as leis lhes deram e, com isso, contribuirem para aumentar a massa e o espírito críticos do país e, desse modo, elevar a qualidade da Democracia portuguesa.

O PSD e algumas das suas referências ideológicas
O PSD acredita que é possível construirmos e termos um Estado diferente, melhor empregador, melhor gastador dos nossos impostos, melhor prestador de serviços e mais respeitador do cidadão português.
Acreditamos que é possível construir um Estado mais justo, mais eficaz e mais respeitador de valores supremos como a liberdade.
Queremos um Estado de que o cidadão sinta orgulho em dele fazer parte.
Queremos, e é possível ter, um Estado moderno, com uma Administração Pública despartidarizada e não comprometedor das gerações vindouras e da sua liberdade de escolha.
Queremos, e é possível ter, um Serviço Nacional de Saúde eficaz, um sistema de Educação consistente e um sistema de Justiça funcional.

O papel do Poder Local na modernização do Estado
O Poder Local assume importância nuclear na construção e modernização do Estado português no século XXI.
As autarquias e o Poder Local são um vector fundamental para a consolidação do Estado Democrático e Descentralizado que queremos -próximo, respeitador e valorizador do cidadão-, instrumento de fomento permanente da Liberdade e dos valores da Responsabilidade a isso associados.
É enquadrado por tais referências éticas e ideológicas que os sociais-democratas de Lagos desenvolvem a sua acção política. É por tais referências que orientamos o nosso trabalho.
Somos naturalmente diferentes de outras forças partidárias.
Vemos na convivência das diferenças de pensar e agir factores de normalidade e de enriquecimento da Democracia e dos valores de Abril que prezamos e respeitamos.

O papel da Oposição em Democracia
À Oposição compete ter alternativas, manter viva a chama do contraditório, contrapor de forma coerente e sustentada o seu pensamento ao do Poder, apresentar as suas visões e propostas, em respeito pelos adversários políticos e pelas regras do jogo democrático.
Às Oposições compete dar voz e representar todos aqueles que não se revêem no pensamento circunstancialmente dominante dos que têm por missão dada pelo Povo o governo do concelho por determinado período.
Às Oposições compete ver e ouvir, interpretar, resistir e denunciar ‘desvios’ democráticos.
Dizer que quem pensa diferente do Poder está ‘pela negativa’ ou faz ‘oposição destrutiva’, que faz ‘bota-abaixo’ ou que é sempre ‘do contra’ é um comportamento reactivo de quem tem uma noção errada do que é a Democracia e resiste em aceitar as regras do jogo Democrático e da Liberdade.
A Democracia não vive sem divergências, a Democracia não sobrevive sem o confronto de ideias entre Poder e Oposições, sejam elas partidárias ou surjam elas doutras formas de participação e envolvimento da sociedade civil nos processos de decisão.

O Poder Local e a afirmação da Liberdade
A liberdade e a qualidade da democracia portuguesa são questões centrais do Portugal do presente e do futuro. E o Poder Local tem um papel de importância suprema a desempenhar neste grande desafio que se coloca ao país.
É preciso transparência na gestão e tornar claras as regras, respeitar a liberdade de expressão e as diferenças e não condicionar a liberdade de imprensa.
É preciso despartidarizar estruturas de serviços autárquicos, saber distinguir entre Partido maioritário e Executivo municipal e acreditar nos funcionários municipais para os novos desafios da Administração concelhia.
É preciso aliviar de impostos municipais locais as micro, pequenas e médias empresas que compõem o tecido económico local, renunciar ao encapotamento de dívidas através do sector empresarial municipal, e salvaguardar o futuro das finanças municipais para não comprometer, de forma irreversível, a liberdade decisória das gerações vindouras.
É preciso apostar forte nas instituições de solidariedade social e nos restantes parceiros institucionais locais, no reforço da sua autonomia e não partidarização, na confiança do seu saber acumulado.
É preciso haver mais e melhores respostas para a inclusão social e para o empreededorismo.
É preciso haver maior contenção nas cargas fiscais municipais a aplicar aos cidadãos.
Sem isso, o Poder Local vicia-se, degrada-se e desvirtua-se, descredibilizando consigo a Política e a Democracia em prejuízo dos valores da Liberdade e do desenvolvimento.

Notas para a consolidação da Liberdade
A existência de um Plano Director Municipal eficaz e de regras conhecidas de todos os cidadãos e empresas em geral, e o acesso universal à informação do ordenamento do território, será factor de credibilização e insuspeição de políticos e outros agentes públicos autárquicos.
O respeito pelas Oposições, com e sem assento nos órgãos municipais e nas freguesias, e pela diferença e liberdade de expressão dos cidadãos, directa ou indirectamente dependentes da estrutura de serviços municipal, serão factores de progresso e consolidação da Liberdade e da Tolerância.
A despartidarização das estruturas de serviços autárquicos e a ideia, levada à prática, da separação clara entre Governo local e Partido maioritariamente votado é factor de credibilização dos políticos e gestores públicos locais. É a manifestação inequívoca da sua vontade genuína de contribuir, activamente, para uma sociedade mais justa através do incremento da igualdade de acesso ao emprego e do fomento do mérito, atributo nuclear das escolhas de profissionais para o desempenho do Serviço Público municipal e da credibilidade dos processos de avaliação e progressão nas carreiras.
A abolição de quaisquer formas de pressão dos poderes públicos sobre a imprensa e a comunicação social, por via da discricionaridade na atribuição de publicidade institucional, contribuirá para que a isenção e o estatuto editorial de cada um deles sejam melhor cumpridos. Isso aumentará a qualidade e a pluralidade da informação prestada e incentivará os cidadãos a lerem e a procurarem estar mais bem informados sobre a globalidade das questões relacionadas com a comunidade e dos desafios que se colocam ao dia-a-dia dos seus representantes políticos.
Será melhor para o país que o respeito do Poder Local para com os cidadãos se manifeste, também, numa avaliação realista das suas dificuldades, a qual deve ser compaginável com uma política fiscal municipal que procure um equilíbrio sério entre aquelas que são as prioridades inadiáveis da comunidade e o alívio da economia das famílias, mormente, em períodos menos fáceis como o que atravessamos.
Sem opções que busquem o equilíbrio entre a carga fiscal local imposta aos cidadãos, os gastos correntes imperativos ou os equipamentos colectivos e serviços cuja construção e prestação são inadiáveis, o Município corre sérios riscos de estar a exigir demasiado da capacidade financeira dos cidadãos e de estar a enriquecer os seus cofres ou a gastar recursos que são de todos, porém, em prejuízo da saúde financeira das famílias, oferecendo-lhes novos bens e serviços ao mesmo tempo que lhes diminui o seu poder de compra e bem-estar, condicionando-lhes, com isso, a sua liberdade.

A ética da governação local
E se, ao nível do Poder Central, os efeitos de sucessivas políticas erráticas que foram praticadas tendem a diluir responsabilidades e a dispersar a atenção do cidadão para os erros da governação, em virtude da distância que os separa, na esfera do Poder Local todos sentimos os efeitos das políticas e dos Poderes de proximidade, facto que exige dos eleitos locais especial ponderação e clarividência das opções de gestão e políticas assertivas de equilíbrio e redistribuição da riqueza gerada.
Quanto à ética da governação local, dela depende, em grande medida e por razões de proximidade, a qualidade da Democracia e a boa ou má imagem que os cidadãos constroem do sistema democrático.
Aos eleitos locais, dada a sua proximidade com as populações, exige-se que dêem os melhores exemplos de convivência e respeito pelas leis.
Por isso é que determinados actos, conscientes e inéditos, como a abolição, nas actas das reuniões de Câmara, da menção às intervenções dos vereadores ou a recusa por parte da força política hegemónica em incluir na Ordem de Trabalhos, e em votar, propostas apresentadas por vereadores municipais, são importantes sinais de desvirtuamento democrático, os quais merecem a atenção de todos porque são produtos de exageros de poder e sentimentos de impunidade por parte de quem devia ser mais razoável e aceitar com humildade todas as regras do Estado de Direito Democrático.
Não nos conformamos que os desempenhos e os contributos dos eleitos locais sejam abolidos para sempre das actas e da história deste concelho por vontade de quem assim o entendeu sem para isso estar mandatado pelo Povo.
Não nos conformamos que, à luz da lei e das regras do Estado de Direito, a Oposição apresente propostas e que o Poder se recuse sequer a admiti-las à votação e a fazer de conta que a Oposição não teve tais iniciativas.
Exemplos destes corroem a confiança das pessoas nos seus representantes políticos e no Sistema Político, constituindo-se em precedentes graves que incitam à ética da impunidade por parte de titulares de cargos políticos, ética essa, ela própria, geradora de medos e silêncios nas populações próprios de quem não acredita num Estado justo e livre.
O 25 de Abril fez-se contra a prepotência, o autoritarismo, todas as formas de repressão e tantas outras coisas contrárias à Liberdade e à Democracia.
Na passagem do seu 34.º aniversário muito já foi feito, certamente. Outro tanto, e ainda mais, está por fazer para honrar os seus propósitos e a alma de todos quantos deram a vida ou o seu sacrifício pela Democracia.
No dia da Liberdade é sempre importante reter que ela, a Liberdade, apesar das leis, não é ainda um dado adquirido. Mas, com pequenos-grandes gestos e a tolerância da parte de todos, é possível que venha a ser.
Viva o 25 de Abril!
Viva Lagos!
Viva Portugal!

27 abril 2008

Fausto em Vila Real de St.º António

As Comemorações do 34.º aniversário do 25 de Abril em Vila Real de St.º António, levaram o cantor Fausto à praça Marquês de Pombal, na noite do dia 25. O espectáculo foi simplesmente fabuloso! Num ambiente de festa e na companhia de músicas e músicos ímpares no panorama da música portuguesa, valeu muito a pena assistir. As minhas desculpas pela qualidade das imagens e dos vídeos mas, com o telemóvel e o meu pouco jeito, não consegui fazer melhor.

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24 abril 2008

Imprensa Regional (Jornal do Algarve)

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Imprensa Regional (Postal do Algarve)

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23 abril 2008

PSD/Lagos quer resposta social para família jovem desalojada

Os vereadores sociais-democratas pediram o realojamento de uma família que está, há semanas, a viver numa roullotte e ‘avançado’ instalados junto ao bairro dos Moinhos, Lagos. Na base do apelo estão motivos relacionados com a situação temporária de carência do agregado e a falta de condições de habitabilidade do alojamento, somados à ocupação não autorizada de um local inapropriado.
Leia mais no 'Canallagos', aqui.

21 abril 2008

Barão de S. João: PSD/Lagos pede tratamento dos espaços públicos de urbanização municipal

Os vereadores eleitos pelo PSD/Lagos, Saul Baptista e Nuno Marques, solicitaram à Câmara Municipal que solucione os problemas de limpeza e manutenção dos espaços públicos de uma urbanização municipal localizada na freguesia de Barão de S. João.
A acumulação e o apodrecimento dos ‘verdes’ depositados na via pública, aliada à limpeza deficiente e aos passeios destruídos, estão na origem do requerimento apresentado pelos sociais-democratas na última reunião do Executivo lacobrigense.
Leia mais no 'Canallagos', aqui e no 'Notícias de Lagos Online', aqui.

20 abril 2008

XVII Aniversário do Núcleo Sportinguista de Lagos

18 abril 2008

Menezes também não respeitou as bases

O pedido de demissão de Luis Filipe Menezes é o culminar de uma sucessão injustificada de cedências à estratégia de desgaste dos críticos internos e um acto de desconsideração dos militantes sociais-democratas que há seis meses atrás o elegeram, conscientemente e de modo expressivo, para a liderança do Partido.
Menezes não interiorizou que não devia ceder às (esperadas) pressões dos críticos mas sim cumprir o seu compromisso de atender à vontade das bases militantes de romper com o passado e democratizar o Partido contra todos aqueles que se acostumaram a instrumentalizar a militância a favor de projectos pessoais ou jogos de bastidores completamente alheios aos interesses do país.
No limite, a atitude do líder demissionário pode ser colocada em pé de igualdade à daqueles que, com nenhum sentido de responsabilidade, jamais se conformaram com os resultados das últimas eleições directas e sempre olharam com desprezo para a vontade dos militantes expressa nas urnas. Menezes acaba de fazer quase o mesmo ao preferir jogar o mesmo jogo e ignorar a vontade de quem o mandatou para dois anos à frente do Partido e não para seis meses.
Provocar a queda da Direcção com tão pouco tempo de mandato decorrido não é solução para o Partido e, muito menos, para o país.
Espero que Menezes cumpra o compromisso de não entrar na corrida eleitoral interna e lamento o triste espectáculo de consequências negativas que o Partido tem oferecido ao País em vésperas de ano eleitoral.
Comuniquei à Comissão Política do PSD/Lagos e a Mendes Bota que vou manter-me equidistante em relação a qualquer candidatura que se apresente, e prometo para o Congresso, após a eleição do novo líder, a revelação sobre qual será a minha posição face ao candidato e projecto vencedores.
Veja a notícia no 'Barlavento Online', aqui.

Luz: Autarcas do PSD/Lagos querem melhor limpeza urbana

Os vereadores sociais-democratas de Lagos voltaram a requerer maior eficácia da intervenção municipal na limpeza dos espaços exteriores da freguesia da Luz. O pedido teve por objecto a limpeza de uma lixeira de ‘monos’ e outros detritos existente em plena área urbana e sucedeu a outro de teor similar apresentado na penúltima reunião do Executivo, referente a outra zona da Vila.
Para Nuno Marques, “é inaceitável que a Câmara Municipal exija dos cidadãos o pagamento de elevados impostos sobre imóveis (IMI) e taxas da água e saneamento mais caras quando não honra as obrigações e compromissos municipais da prestação de serviços de limpeza e manutenção capazes e eficazes.”

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17 abril 2008

Imprensa regional (Postal do Algarve)

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PSD/Lagos reclama acção da Câmara para remover carro ‘esquecido’ em Rede Natura 2000

Os vereadores eleitos pelo PSD solicitaram à Câmara Municipal de Lagos para diligenciar no sentido de remover um veículo estacionado abusivamente junto à ribeira que atravessa a povoação de Barão de São João, Lagos, em zona próxima de dois bairros de iniciativa municipal mas pertencente ao Domínio Público Hídrico e integrada numa sítio de protecção ecológica classificado de ‘Rede Natura 2000’.
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16 abril 2008

PSD desafia Governo e Autarquia a fazerem parceria público-privada para nova unidade hospitalar em Lagos

A “profunda desadequação” da Unidade Hospitalar de Lagos, integrada no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, às necessidades da população que pretende servir é uma das conclusões do debate sobre a Saúde que o PSD/Algarve realizou no passado dia 12 de Abril com reputados intervenientes.
“Quer se lhe chame Centro Hospitalar ou Unidade Local de Saúde, começa a ser evidente para todos a necessidade de criar um novo edifício hospitalar para complementar dignamente o existente em Portimão”, refere o comunicado do PSD/Algarve que os sociais-democratas de Lagos subscrevem por ir ao encontro da sua orientação definida para o sector.
Para o candidato do PSD/Lagos à Câmara Municipal em 2009, Nuno Marques, “se não há, como parece, condições para termos uma unidade com recursos 100% públicos, a alternativa que defendemos é criar uma unidade hospitalar no âmbito de uma parceria público-privada e do Serviço Nacional de Saúde, à semelhança da unidade de Cascais recentemente apadrinhada pelo actual Governo. O que parece não haver, de facto, é vontade política dos responsáveis governamentais e um preconceito ideológico anacrónico por parte da Câmara Municipal, fomentando o impasse em prejuízo grave dos cidadãos”, diz.

Ver Nota de Imprensa no 'Canallagos', aqui.

14 abril 2008

'Projecto Eriksson': PSD mantém apoio e lamenta mudança de atitude do PS

Os sociais-democratas de Lagos reagem à desclassificação PIN do designado ‘Projecto Eriksson’ de um Centro Internacional de Estágios Desportivos com uma palavra de encorajamento aos promotores para não desistirem e continuarem a trabalhar para realizarem o projecto no concelho de Lagos, na localização que for possível, e lamentam que os responsáveis socialistas locais tenham mudado de atitude e deixado de apoiar o projecto.
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13 abril 2008

CF Esperança de Lagos, 0 - Internacional de Almancil, 2 (juvenis)

Derrota amarga dos lacobrigenses mas que traduz a verdade do jogo e a supremacia evidenciada pelos visitantes ao longo dos 80 minutos. Melhores jogos virão...

PSD debateu saúde com serenidade e elevação

Realizou-se em Faro, na tarde de Sábado, mais uma Conferência do Pontal, desta vez dedicada ao tema da Saúde.
Conferencistas de qualidade, abordagem de diversos temas - retrato do estado da saúde na região, presente e futuro dos cuidados continuados, papel das empresas, IPSS e autarquias, INEM, etc -, sala cheia e ambiente de elevação e cordialidade, marcaram positivamente a iniciativa coordenada pelo Gabinete de Estudos do PSD/Algarve na pessoa do Dr. João Amado.
Conclusão: o país tem meios técnicos e humanos à altura para prestar um bom serviço público de saúde; o que não soube fazer até hoje foi organizar-se e gerir capazmente o sistema de forma a rentabilizar todos os recursos públicos e privados que tem ao dispor.
Foto: Da esquerda para a direita: Manuel Lemos (presidente da União das Misericórdias), João Amado (coordenador do Gabinete de Estudos - Saúde), Marcos Guia (vice-presidente do PSD/Algarve), Seruca Emídio (presidente da Câmara de Loulé) e Luis Gomes (presidente da Câmara de Vila Real de St.º António).

11 abril 2008

Nuno Marques compromete-se com videovigilância em Lagos

O PSD/Lagos defende a instalação de sistemas de videovigilância em determinadas zonas exteriores públicas do concelho como forma de prevenir e dissuadir alguns tipos de criminalidade.
Caso vençam as eleições autárquicas do próximo ano, e o Governo autorize, os sociais-democratas comprometem-se a desenvolver estudos com vista à introdução de sistemas de videovigilância nalguns locais a seleccionar, designadamente, zonas de bares e discotecas, praias, urbanizações turísticas e de 2.ª residência, imediações de edifícios classificados, parques de estacionamento e zonas industriais.
Leia mais no 'Canallagos', aqui, e no 'Região Sul Online', aqui.

10 abril 2008

Imprensa regional (Postal do Algarve e Jornal do Algarve)
































09 abril 2008

Lagos: Projecto de Centro de Estágios Internacional perdeu qualificação PIN

Portimão, Faro, 09 Abr (Lusa) - O mega-complexo turístico-desportivo promovido pelo ex-treinador do Benfica Sven-Goran Erickson, previsto para o concelho algarvio de Lagos, perdeu o estatuto de Potencial de Interesse Nacional (PIN), revelou hoje o presidente da Câmara de Lagos.
Em declarações à Lusa, Júlio Barroso, explicou que a Comissão de Avaliação e Acompanhamento de Projectos PIN decidiu arquivar o processo do Centro de Estágios Internacional, em 11 de Fevereiro, porque "os promotores não deram continuidade ao projecto".
O investimento de cerca de 50 milhões de euros, declarado projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN), previa a construção de um mega-complexo turístico-desportivo, na zona da Corte do Bispo, na freguesia de Bensafrim, no concelho algarvio de Lagos.
O projecto previa a construção de três hotéis, um mini-estádio com capacidade para cerca de oito mil espectadores, seis campos de futebol de apoio, um Spa, campo de golfe, uma zona residencial, courts de ténis e um centro hípico.
"Além de não ter sido dada continuidade às suas competências, registaram-se alterações aos pressupostos iniciais, nomeadamente a localização prevista para a sua implantação", observou o autarca.
"O que me foi comunicado é que teria a ver com a falta de cumprimento de obrigações do contrato-promessa de compra e venda dos terrenos", frisou o presidente da Câmara de Lagos.
Segundo Júlio Barroso, a decisão em retirar o estatuto PIN ao projecto foi comunicada à Câmara, na passada semana, pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.O grupo promotor, que tem como um dos principais accionistas, o antigo treinador do Benfica, o sueco Sven-Goran Erickson, previa iniciar a obra este ano e apontava 2010 como prazo para a conclusão parcial do projecto.
O presidente da Câmara de Lagos, Júlio Barroso, revelou ainda que o projecto encontra-se devidamente enquadrado no plano de ordenamento do Algarve (PROTAL), e tem suscitado o interesse de vários grupos económicos, além do próprio proprietário do terreno que "já se mostrou disponível para a sua concretização".
Fonte: JPC/Lusa
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Lagos: Capitania do Porto e Polícia Marítima esquecidas por Governo e Autarquia

O PSD/Lagos responsabiliza o Governo e a Câmara Municipal de Lagos pelo adiamento de soluções concretas e duradouras para resolver os problemas de articulação de serviços administrativos e localização de instalações da Capitania do Porto de Lagos e Polícia Marítima, assim como, pela inexistência dos meios técnicos e humanos mínimos necessários para garantir a sua normal operacionalidade.
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08 abril 2008

PSD/Lagos quer requalificação de espaços públicos na Urbanização das Amendoeiras em Espiche

Ciclo de Conferências 'Alterações climáticas'

Numa organização da Comissão Eventual de Eventos da Assembleia Municipal de Lagos, coordenada pelo deputado municipal José Manuel Freire (CDU), realizou-se a 1.ª Conferência dedicada ao tema: "O Ano Polar Internacional - Um Desafio para a Humanidade".
Tema interessante para o futuro das zonas costeiras e turísticas, como é o caso de Lagos, com oradores bem preparados e bons comunicadores, perante um auditório com mais de meia casa cheia e um público predominantemente constituido por jovens estudantes.
O painel de oradores, da esquerda para a direita: Dr. José Xavier, Prof. Dr. Mendes-Victor e Prof. Dr. Gonçalo Vieira.

07 abril 2008

Circulação fazia-se à portuguesa mas sinais obrigavam a circular à inglesa

PSD/Lagos obriga Câmara a mudar sinais de trânsito na LuzUm requerimento dos vereadores do PSD/Lagos, Saul Baptista e Nuno Marques, apresentado na última reunião do Executivo municipal, levou a Câmara a uma intervenção rápida para remover sinais de trânsito colocados indevidamente, há meses, na rua do Ramalhete, vila da Luz e a substitui-los pelos sinais adequados ao modo como se faz a circulação naquela importante artéria da localidade.
Os sociais-democratas questionaram também o Presidente da Câmara sobre os motivos da colocação de tais sinais, não regulamentares em Portugal, os quais obrigavam a circular à inglesa e não à portuguesa, aguardando agora pelas explicações que se impõem face a mais este erro grosseiro da actuação municipal na área do trânsito.
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06 abril 2008

Esperança de Lagos, 3 – ACRA 1º Dezembro Alvorense, 0 (iniciados)

Uma segunda parte brilhante e um 'hat-trick' do endiabrado Miguel deram mais uma vitória ao Esperança e um sabor diferente à manhã de Domingo.

04 abril 2008

Um adeus muito especial

Foi de forma generosa e tão bem disposta quanto a foto documenta que os funcionários da Divisão de Gestão Urbanística (DGU) vilarealense partilharam comigo os últimos momentos da minha passagem profissional pela Câmara Municipal de Vila Real de St.º António .
Para sempre guardarei o companheirismo, o espírito de equipa, a amizade e o respeito mútuo que conseguimos manter ao longo de mais de dois anos de convivência profissional.
Sem eles, a sua lealdade e a sua entrega à prestação do serviço público tudo teria, certamente, sido mais difícil para mim.
Para todos os funcionários da Câmara Municipal de Vila Real de St.º António mas para os da DGU em particular os meus mais sinceros agradecimentos pela alegria que me deram por trabalhar com todos eles e por todos os bons momentos que passamos juntos.
Com tudo o que aprendi com eles saí fortalecido para uma nova etapa do meu caminho.
Até sempre, colegas!

Revista de imprensa regional (Jornal do Algarve e Postal do Algarve)

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