Ele sentiu o peso da camisola do partido de Sá Carneiro

Passos Coelho confiou no bom senso dos portugueses e cometeu, por isso, o que para muitos foi um autêntico «sacrilégio» político. E ao optar pela sinceridade, correu o risco calculado de não encantar o suficiente para conseguir governar sozinho. Foi, aliás, o que aconteceu. Mas o inteligente caminho que seguiu compensou-o na autoridade moral que é determinante para fazer as duras reformas que aí vêm. E isso, nesta altura, é se calhar tão ou mais importante para o país do que ter vencido com maioria absoluta.
Leia mais na edição de sexta-feira do jornal O Algarve. Ao sábado também com o Expresso.
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