Insuspeito

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22 março 2011

Lagos em vésperas de recorrer ao FMI autárquico


Notícia Correio da Manhã - versão impressa
(clique na imagem para ampliar)
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O desequilíbrio financeiro municipal é o resultado de anos a fio de equívocas políticas municipais. O desequilíbrio financeiro municipal é a declaração de insolvência da Câmara. É o recurso ao FMI autárquico. O que dirão agora aqueles que nunca se demarcaram doutros nas recorrentes tentativas de apoucar a Oposição e amesquinhar os que, com a razão do seu lado (políticos e técnicos municipais), durante anos, lhe disseram para serem prudentes, que os milhões que entravam nos cofres municipais, vindos da “bolha imobiliária”, tinham os dias contados e não chegariam para tantas encomendas? As diferentes gerações de Lagos estão, pois, à rasca. “Por causa da crise internacional”, repete até ao enjoo o PS de Júlio Barroso, Joaquina Matos, Paulo Morgado, António Marreiros, Carlos Albuquerque, Paulo Jorge e tantos outros nossos bem conhecidos socialistas de Lagos. Os mesmos que até há pouco tempo, sem pingo de modéstia, reivindicavam para si os méritos da ilusória prosperidade local.
E agora, que milhões estão para pagar, o desemprego dispara, a pobreza aumenta mais depressa do que noutras paragens, os jovens partem… E agora que pessoas de todas as gerações precisam da Câmara como nunca, como é PS? E agora que até falta o dinheiro para remunerar os funcionários pelo trabalho extraordinário que fazem, como é PS?
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"Lagos: Autarquia deve cerca de 22 milhões de euros - Empréstimo para pagar as dívidas" (notícia CM, 19/Mar)
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A Câmara de Lagos, que tem dívidas de cerca de 22 milhões de euros, deverá seguir os passos da autarquia vizinha de Portimão e avançar com um plano de saneamento financeiro. "Ainda nada está decidido, mas essa é uma hipótese muito forte", reconhece o presidente da edilidade.
Júlio Barroso revela que os serviços da autarquia estão a realizar um estudo sobre a situação financeira do município, que deverá ser concluído ainda este mês. Em Abril, deve ser tomada a decisão. O plano de saneamento implica o recurso à contratação de um empréstimo bancário a 12 anos, para pagamento das dívidas.
Sinal das dificuldades da autarquia lacobrigense é o facto de estarem por saldar, desde o início deste ano, as horas extraordinárias e outras despesas suplementares aos funcionários. O valor total ronda os 200 mil euros. Júlio Barroso afirma que o pagamento da verba será efectuado "a partir de Abril ou Maio".
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Para ler a notícia do 'Correio da Manhã', de 19 de Março, clique aqui

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